Terça-feira, Fevereiro 9, 2010

Mais uma para o reportório

Pixies - Hey

Aprendida ontem, num instantinho ;)

Publicado por CrowHeart em 15:15:24 | Permalink | Sem Comentários »

Terça-feira, Maio 26, 2009

Diferenças culturais

Será que sou um extraterrestre? Será que nem um mamífero sou??
Juro que não consigo entender a indignação “nacional” por causa da menina russa que foi devolvida á mãe biológica só porque esta lhe dá duas palmadas (que sinceramente nem consigo descortinar) e critica a educação portuguesa.
So what? Sinceramente também acho que a educação portuguesa já viu melhores dias, e sempre achei que umas palmadas no cú nunca fizeram mal a criança nenhuma. Acho mesmo que a educação russa tem a vantagem de criar pessoas mais rijas, pelo menos não passam a vida a queixar-se como o portuguesinho.
Gente, GET OVER IT!
Publicado por CrowHeart em 16:27:43 | Permalink | Sem Comentários »

Quarta-feira, Abril 1, 2009

1 de Abril

Só queria dizer que este é provavelmente o dia mais estúpido do ano (a par com o carnaval).
Com 365 dias para mentir só o vou fazer neste dia? Tão a brincar comigo.
Vou criar o dia roubo a ver se cola, tou a precisar de um baixo de 5 cordas e aproveito…
A sério, é por causa de dias destes que eu acho que a Terra devia implodir o mais rápido possível, o Homem não merece existir.

Publicado por CrowHeart em 11:42:01 | Permalink | Sem Comentários »

Terça-feira, Fevereiro 10, 2009

YES I CAN!!!

Chamaram-me iluminado há 3 dias atrás. Por alma de quem é que alguém ia dizer algo tão absurdo e estúpido? Porque eu sou o maior! E porque é que sou o maior? Porque consigo fazer tudo e ser completamente livre (ou ando a trabalhar para isso).
Ando numa de empowerment (tem de ser em inglês que vende mais, se não se acreditam perguntem ao Frenchie que é Marketeer Trend Setter (veem como funciona e tem mais credibilidade? até abro dois parentesis e tudo…), que ele explica-vos isso num powerpoint catita. (A do powerpoint não vale porque o programa chama-se mesmo assim, mas aproveito e espeto mais um parentesis só porque me apetece (tão a ver como a coisa funciona? Ainda estão a ler isto))). “O que é o empowerment?” pergunta-me toda a gente que me ouviu dizer isso, ou pelo menos os que não me conhecem ou gostam o suficiente de mim para me ouvirem a dissertar teorias de vida. Pá, basicamente o empowerment é aquilo que o Obama fez na campanha eleitoral dele mas a funcionar, ou seja, deixem lá isso do “Yes we can”, o ser humano só funciona com o “Yes I can!” e os outros que se lixem. Empowerment não é dizerem “Yes I can” mas sim acreditarem nisso e saberem, mas saber a sério, não é achar que se sabe e depois vai-se a ver e és um burro que não sabe nada, é acreditar que se é o maior porque foda-se! Certo, certo é que a custa desta brincadeira já fiz um cruzamento direitinho para a cabeça do flip, o guarda redes é bom e o flip tá em baixo de forma (vem de uma lesão prolongada), mas acredito que vá facturar, e se não facturar pelo menos deixa de ser tão coneiro e eu posso deixar de andar a fazer de chulo da cruz vermelha (para os mais lentos significa ser voluntário) acho é que vou começar a cobrar os meus serviços, vou ser tipo o Hitch só que em branco e muito mais fixe. E metaleiro. E gordo. E careca. E de óculos. O que só torna tudo mais dificil e eu não gosto de coisas fáceis.

PS:A propósito do post anterior, foi uma situação temporária e momentânea que apenas foi superada porque FUCK YEAH, YES I CAN!!!!!!

Publicado por CrowHeart em 17:00:36 | Permalink | Sem Comentários »

Terça-feira, Janeiro 6, 2009

Ano Novo

A mesma vidinha de merda…

Fitter, happier, more productive,
comfortable,
not drinking too much,
regular exercise at the gym
(3 days a week),
getting on better with your associate employee contemporaries ,
at ease,
eating well
(no more microwave dinners and saturated fats),
a patient better driver,
a safer car
(baby smiling in back seat),
sleeping well
(no bad dreams),
no paranoia,
careful to all animals
(never washing spiders down the plughole),
keep in contact with old friends
(enjoy a drink now and then),
will frequently check credit at
(moral) bank (hole in the wall),
favors for favors,
fond but not in love,
charity standing orders,
on Sundays ring road supermarket
(no killing moths or putting boiling water on the ants),
car wash
(also on Sundays),
no longer afraid of the dark or midday shadows
nothing so ridiculously teenage and desperate,
nothing so childish - at a better pace,
slower and more calculated,
no chance of escape,
now self-employed,
concerned (but powerless),
an empowered and informed member of society
(pragmatism not idealism),
will not cry in public,
less chance of illness,
tires that grip in the wet
(shot of baby strapped in back seat),
a good memory,
still cries at a good film,
still kisses with saliva,
no longer empty and frantic
like a cat
tied to a stick,
that’s driven into
frozen winter shit
(the ability to laugh at weakness),
calm,
fitter,
healthier and more productive
a pig
in a cage
on antibiotics.

Cada vez mais próximo de explodir….

Publicado por CrowHeart em 10:16:54 | Permalink | Sem Comentários »

Segunda-feira, Setembro 8, 2008

Epicus Doomicus Metalicus

Em memória de tempos tristemente felizes.

Já devem ter entretenimento (e do muito bom) para mais de uma hora.

Publicado por CrowHeart em 22:20:29 | Permalink | Sem Comentários »

Quinta-feira, Julho 10, 2008

Burro

Como é que é possivel que ainda se dê credibilidade e tempo de antena a um burro como o medina carreia? (como já esxpliquei num post anterior escrevo em minusculas porque não gosto do gajo nem sequer o respeito). Um simples advogado, que por acaso foi ministro das finanças naquele que é considerado o governo mais incompetente da nossa história recente, e que nada mais faz do que vir para a televisão com choros e queixumes maqs que quando questionado sobre medidas concretas para melhorar a situação remete-nos para um esclarecedor “isso é responsabilidade do governo, não sou eu que tenho de propor medidas”. Ah! Boa mike! Assim eu tambem seria um gajo estremamente respeitado como comentador em qualquer meio de comunicação.
Haja pachorra para aturar um mix de velho do restelo e de Moita Flores (a.k.a o La Palisse tuga) que vem para a televisão debitar sabedoria sobre economia e finanças quando ele nem acabou o curso de economia, sendo, por isso, menos qualificado do que eu.

Esperemos que não demore muito a morrer.

Publicado por CrowHeart em 11:13:26 | Permalink | Sem Comentários »

Terça-feira, Junho 3, 2008

Remnant

rem·nant
n.

1. Something left over; a remainder.
2. A piece of fabric remaining after the rest has been used or sold.
3. A surviving trace or vestige: a remnant of his past glory.
4. A small surviving group of people. Often used in the plural.
 
It’s amazing how some things never truly go away, they cling to you like something out of a dream just after you wake up, you know it’s there but you can’t quite put your finger on it. That, dear friends, is the true measure of life, the things that linger in your head long after they are past, long after the realisation that they will not come back no matter what you do from hereon hence. Cherish the moments you enjoy, for they will be soon no more that mere remnants, fragments that maybe never were, a vestige clinging on to your hopes of regaining what was once yours.
 

Bah, you are but fools, you will not understand or heed my words.

Publicado por CrowHeart em 15:08:37 | Permalink | Sem Comentários »

Terça-feira, Maio 27, 2008

“Coitadismo”

Ontem estive a ouvir no programa Prós e Contras mais um debate sobre a situação económica do país, e comprovei de vez a minha teoria. Portugal é o país do “coitadismo” onde anda sempre alguma coisa mal e nunca vai melhorar, quando alguém tenta injectar alguma confiança e ânimo nas pessoas vem logo algum velho do Restelo dizer que está tudo uma merda e qua vai continuar a estar e que não adianta mentir as pessoas para as moralizar porque ah e tal… É o mesmo que perguntar a alguém na rua se está tudo bem, há sempre alguma merda que lhe dá cabo da cabeça, ou são os filhos ou a mulher ou porque ganhou o Euromilhões tá fodido porque é dinheiro a mais e já tá arrependido de ter jogado ou é porque está de saúde e isso não é normal e ainda cai morto para o lado de um momento para o outro, o “coitadismo” é isto mesmo, nunca se estar feliz.

Adoro o meu país e adoro o povo português, mas se pudesse retirava-lhe todo este fatalismo bacoco e que nos prende ao passado, este sebastianismo imbecilque se reflete em todas as partes da sociedade, desde a economia ao desporto (com excepção talvez da selecção do scololari), passando pelas questões sociais e culturais, basta ver o fado, essa canção tipicamente portuguesa que mais não é do que a expressão cantada do “coitadismo” em que vai sempre tudo mal e doi sempre alguma coisa ao senhor(a) que está a cantar. É o que dá quando se tem uma capital como lisboa (assim mesmo com minuscula que eu não gosto dos gajos) e o maior clube do país como o benfica (idem), expressões totais do “coitadismo”.

Aliás, estou plenamente certo que o que nos distingue dos outros países e nos atrasa em relação a eles é memo isto, é que nos outros países está sempre tudo bem e a malta vai trabalhar moralizada e tal. Aqui tá sempre tudo mal e a malta vai trabalhar sem se cansar muito porque afinal isto tá uma porcaria e vai estar sempre por isso não adianta o esforço.

Quem me dera que deixassemos de nos queixar por tudo e por nada e fizessemos alguma coisa a respeito.

Detesto choramingas, mas é que detesto mesmo!!!

Publicado por CrowHeart em 13:04:08 | Permalink | Sem Comentários »

Quarta-feira, Maio 21, 2008

Acordo ortográfico

Como sou contra essa merda que querem fazer á lingua portuguesa, solidarizei-me com o madeira e gamei-lhe este post.

“Encontrei este texto numa das petições on-line que por aí andam para impedir a adopção do acordo ortográfico por parte de Portugal, achei interessante partilhar:

“To: Ex.mos Senhores Primeiro-Ministro de Portugal, Ministra da Cultura, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Ministra da Educação

Tomámos conhecimento da vontade do governo português de tomar uma decisão acerca do acordo ortográfico da língua portuguesa, assinado em 1990 pelos países de língua oficial portuguesa. Tendo consultado o texto do documento (http://www.necco.ca/faq_acordo_ortografico.htm), não podemos deixar de manifestar o nosso desacordo e a nossa mais profunda indignação acerca das modificações previstas para a ortografia portuguesa que, além de contraditórias, só irão causar mais confusão para quem aprende e, mais importante, fala o português.

O próprio acordo entra em contradição variadas vezes. Está previsto que se retirem os “c’s” e os “p’s” mudos, desprezando a etimologia das palavras, mas também está previsto que se mantenham os “h’s” mudos (“homem”, “harmonia”), devido à etimologia das palavras. Onde está a coerência nisto?

Para além deste facto, a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” mudos irá causar imensa confusão para quem aprende e fala a língua portuguesa em Portugal, visto que vai contra as regras da pronúncia do português nesse país. Isto porque, apesar de não se lerem explicitamente, os “c’s” e os “p’s” são essenciais para indicar a abertura da vogal que lhes precede. Eis alguns exemplos práticos que o demonstram claramente:

• Na palavra “cação”, o primeiro “a” é fechado; lê-se, portanto, “câ-ção”. Na palavra “facção”, o primeiro “a” é aberto pela letra “c” que lhe sucede; lê-se, portanto, “fá-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “facção” como se escreve “cação”: “fação”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “fâ-ção”, visto que não há nenhum “c” que abra a vogal “a”!

• Na palavra “adoçar”, a letra “o” tem o valor de “u”; lê-se, portanto, “a-du-çar”. Na palavra “adopção”, a letra “o” é aberta pela letra “p” que lhe sucede; lê-se, portanto, “a-dó-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “adopção” como se escreve “adoçar”: “adoção”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “a-du-ção”, visto que não há nenhum “p” que abra a vogal “o”!

• Na palavra “tropeção”, a letra “e” é muda; lê-se, portanto, “tru-p’-ção”. Na palavra “inspecção”, a letra “e” é aberta pela letra “c” que lhe sucede; lê-se portanto, “ins-pé-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “inspecção” como se escreve “tropeção”: “inspeção”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “ins-p’-ção”, visto que não há nenhum “c” que abra a vogal “e”!

Evidentemente que poderíamos continuar com um vasto rol de exemplos, mas estes parecem-nos bastante elucidativos das graves consequências que estas modificações irão trazer. É claro que, no Brasil, a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” não trouxe nenhuma consequência, porque os brasileiros abrem naturalmente todas as vogais! Os brasileiros lêem, naturalmente, “cação” como “cá-ção” e “adoçar” como “á-dó-çar”. Mas para os portugueses e também para os africanos dos PALOP e timorenses, que temos tendência para fechar as vogais, necessitamos da presença dos “c’s” e dos “p’s” para que possamos saber como se devem pronunciar essas palavras. (Evidentemente que a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” em palavras em que eles não exercem a sua função não causará problemas nestes países – são exemplos as palavras “árctico”, “didáctico” e “óptimo”, em que o uso de acento agudo inutiliza o “c” e o “p”.)

Estranha e injustamente, o acordo só prevê que este sacrifício da pronúncia em primazia da ortografia se dê em Portugal, Timor e nos PALOP. Porque é que não está previsto no acordo que os brasileiros substituam o acento circunflexo das palavras “antônimo”, “tênis”, por acento agudo (“antónimo”, “ténis”)? Porque não é assim que os brasileiros pronunciam. E assim continuamos com duas ortografias diferentes no que concerne a estas palavras. Mas não era precisamente com a dupla ortografia que o acordo vinha acabar? Então e porque é que o acordo cede quando está em jogo a pronúncia brasileira e não cede quando está em jogo a pronúncia portuguesa, africana e timorense? Mais uma vez, onde está a coerência nisto?

A implementação do acordo irá causar ainda outros estranhos fenómenos, tais como a eliminação de certos “c’s” e “p’s” em Portugal, mas que se manterão no Brasil, por serem lá pronunciados. Isto acontece em palavras como “recepção” e “infecção”: escrevem-se assim no Brasil, pois os brasileiros lêem o “p” e o “c”, mas em Portugal passariam a ser escritas “receção” e “infeção” (mais uma vez, contradizendo as regras da pronúncia).

Através dos vários exemplos apresentados, parece-nos ser bem notório e visível que, ao contrário de facilitar, o acordo só vem dificultar ainda mais o ensino, a divulgação e a própria comunicação em português, além de apresentar absurdas incoerências. Uma língua não se reduz apenas à sua ortografia: há uma série de implicações directa e indirectamente inerentes a esta e que têm uma importância basilar. Se realmente se pretende alterar a ortografia, tem necessariamente de se alterar toda uma série de fundações da língua, isto para não falar na tradição etimológica e nas características próprias e intrínsecas de cada dialecto. A pronúncia é uma das, senão a base mais forte e fundamental de um idioma, e este acordo despreza-a e relega-a para um plano de fundo, pondo em causa toda a estrutura da língua e aumentando o risco do seu desmoronamento.

Pelo exposto, pode concluir-se que, não sendo por razões intrínsecas à própria língua que se promove este acordo, ele parece ter um objectivo simplesmente comercial e diplomático. Será razoável reduzir a língua portuguesa, com a sua riqueza e diversidade próprias, a uma mera moeda de troca?”

Para quem lhe interessa estas questões e quer participar em vez de resmungar sem fazer nenhum, que assine esta petição

Assinem se, tal como eu, tem respeito pela vossa cultura e orgulho na vossa herança linguistica.

Publicado por CrowHeart em 12:43:15 | Permalink | Sem Comentários »